Tizi Weber

Fundadora do Lab Pesquisa de Consumo, Tizi é publicitária (PUCPR), especialista em marketing (UP), mestre e doutora em administração (PUCPR) com ênfase no comportamento do consumidor.
 
Sempre se interessou pelo outlier, diferente e sinais de inovação. Este olhar fez com que se especializasse em metodologias qualitativas a partir de uma perspectiva sociológica. É professora universitária das disciplinas de branding, inteligência de mercado, pesquisa de mercado e análise qualitativa de dados. Autora de livros das disciplinas de Branding e Pesquisa de Mercado, como pesquisadora acadêmica publicou seus estudos em journals de relevância nacional e internacional como RAE, Journal of Consumer Culture e Journal of Industries Services.
 
Desde 2010 trabalha com pesquisa mercadológica. Nesta jornada, contribuiu para o desenvolvimento de dezenas de produtos, marcas e personas. Além disso, solidificou o Indicador Imobiliário Nacional da CBIC, pesquisa reconhecida em todo Brasil. Ah, e pode chamar de “Tici” ;)

Existem autores e estudos importantes que contribuíram para nossa formação e construção do conhecimento.
Acreditamos que muitas respostas atuais estão nos clássicos e queremos compartilhar publicações que nos trouxeram até aqui:


Arnould, E. T.; Thompson, C. J. Consumer Culture Theory (CCT): Twenty Years of Research. Journal of Consumer Research. v. 31, n. 4. 2005. p. 868-882.
Bauman, Zygmunt. Vida líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.
Becker, Howard S. Outsiders: Estudos de Sociologia do Desvio. Editora Zahar, 2008.
Berger, P.L. & Luckmann T. (1966-2014). A construção social da realidade. Petrópolis: Vozes, 36 ed.
Barbosa, L. (2004). Sociedade de consumo. Jorge Zahar.
Clarke, A.E. (2015). Situational analysys: grounded theory after the postmodern turn. Thousand Oaks: Sage Publications.
Douglas, M., & Isherwood, B. (2004). O mundo dos bens: Para uma antropologia do consumo. Editora UFRJ.
Erner, G. (2015). Sociologia das tendências. Gustavo Gili.
Giddens, A. The Constitution of Society. Oxford: Polity Press, 1984.
Goffman, E. A Representação do Eu na Vida Cotidiana. 13ª ed., Vozes, 2011.
Goffman, E. Estigma: Notas sobre a Manipulação da Identidade Deteriorada. 4ª ed., LTC, 2013.
Lakoff, G. (1987). Women, fire, and dangerous things. What categories reveal about the mind. The University Chicago Press. Chicago and London: The University of Chicago Press.
Langley, A., & Tsoukas, H. (2017). The Sage handbook of process organization studies. (A. Langley & H. Tsoukas, Eds.). London: Sage Publications Ltd.
Malinowski, B. (1978). Argonautas do Pacífico Ocidental: Um relato do empreendimento e da aventura dos nativos nos arquipélagos da Nova Guiné Melanésia. Abril Cultural.
McCracken, G. (2007). cultura e consumo: uma explicação teórica da estrutura e do movimento do significado cultural dos bens de consumo. RAE, v. 47, n.1.
Miles, M. B.; Huberman, A. M. An Expanded Sourcebook Qualitative Data Analysis. Second Edition. Thousand Oaks: Sage Publications, Inc. 1994.
Nayak, A., & Chia, R. (2011). Thinking becoming and emergence: Process philosophy and organization studies. Research in the Sociology of Organizations, 32, 281–309.
Schutz, A. (2012). Sobre fenomenologia e relações sociais. Petrópolis: Editora Vozes.
Tsoukas, H., & Chia, R. (2002). On organizational becoming: Rethinking organizational change. Organization Science, 13(5), 567–582.
Weber, M. (2004). A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. Companhia das Letras.

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